quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Trair
Pode ir...
A traição é compreensível
No momento de uma briga, da raiva, da carência afetiva
Do que se faz sem pensar, não na intenção de machucar
Uma 'festa' depois da tempestade de palavras para aliviar de imediato qualquer dor
Não cabe aqui um cafajeste, um aproveitador de falhas
Não que traição seja perdoável
Mas quando se ama, é sim
Não que dê para esquecer
E o melhor mesmo é se afastar por uns tempos
Mas eu já adianto, meu bem...
Eu te dou carta branca para fazer o que quiser com o teu corpo, não com o meu
Existem regras aqui
E a primeira é: proteja-se!
Eu não preciso pagar por um erro seu
Segundo, quando voltar, escove muito bem os dentes e tome um banho bem demorado
Você vai conseguir lavar o físico, não a mente.
A culpa fica.
E por último, enviar flores repentinamente não vai aliviar nada e eu vou perceber!
Se quiser fique e minta por amor, mas assuma a escolha de mentir por uma vida inteira
Ou ser sincero e jogar limpo sempre!
E aí sim eu decido se o amor é grande a ponto de permanecer
Trair nunca vale a pena quando se ama quem está ao seu lado
Você só sabe que valeu a pena quando não ama mais.

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