Para algumas atitudes
Tenho que dizer: poupe-me!
Para algumas pessoas
Tenho que dizer: poupe-me!
Vamos lá
Tentar engolir o que vejo e não gosto
Degustando alguns venenos
Que não me fazem nada bem
Mas tento lidar
Tem tanta gente interessada em colocar o dedo onde não é chamada, que me impressiona
Na intenção de ser quem não se é, na imagem do "bom" amigo que por trás detona
De novo... poupe-me!
Se você quer saber da minha vida, pergunta pra mim
Simples assim!
A minha vida interessa a quem?
Aos que rodeiam para simples fofoca?
Ou aos que querem de verdade o meu bem?
A minha vida me interessa!
E não deixo na mão de quem não sabe cuidar!
Como é bom reconhecer os verdadeiros amigos
E sempre agradeço os que tenho
Aqueles que evitam falar pelas costas
Afinal, se for pra falar de mim, convide-me!
Eu vou gostar de participar
Só não vou mais entregar o ouro ao bandido
Nem todos os meus defeitos para me atacar
Mas, ainda assim vou te desejar o melhor!
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
O fim...
Quando começa?
Quando é melhor ficar lá fora do que voltar pra casa
Uma festa cheia de gente ao invés de dois corpos entre quatro paredes
Quando o "nós" engloba muito mais do que o "eu e você"
Quando o som de duas taças é o mesmo que tédio
Qual a graça?
Apague as velas, acenda a luz por favor
Quando um entende A e o outro B
Um insiste, e o outro finge que tenta entender
Mas no fundo nada combina com nada
Os dois juntos não tem mais nada a ver
Quando as piadas não fazem mais rir
Quando o íntimo vira ridículo
E você quer partir antes de amanhecer
E você tenta se convencer que não tem nada de errado
Relações passam por dificuldades
E você sente vergonha porque não quer mais estar ali
Seguindo com esse sentimento frustrado
Quando você não admira mais quem amou
O verbo é no passado
Aí você percebe que definitivamente acabou!
Quando começa?
Quando é melhor ficar lá fora do que voltar pra casa
Uma festa cheia de gente ao invés de dois corpos entre quatro paredes
Quando o "nós" engloba muito mais do que o "eu e você"
Quando o som de duas taças é o mesmo que tédio
Qual a graça?
Apague as velas, acenda a luz por favor
Quando um entende A e o outro B
Um insiste, e o outro finge que tenta entender
Mas no fundo nada combina com nada
Os dois juntos não tem mais nada a ver
Quando as piadas não fazem mais rir
Quando o íntimo vira ridículo
E você quer partir antes de amanhecer
E você tenta se convencer que não tem nada de errado
Relações passam por dificuldades
E você sente vergonha porque não quer mais estar ali
Seguindo com esse sentimento frustrado
Quando você não admira mais quem amou
O verbo é no passado
Aí você percebe que definitivamente acabou!
Você já entendeu tudo
E continua insistindo
Uma tentativa inútil
De provar que é mais forte
Mais persuasivo
E que vai me convencer a ficar
A viver do teu lado
Nesse amor desgastado
Não culpe o tempo pelo estrago
Fomos nós que não o utilizamos a nosso favor
Não chore, não dê um soco na parede
Minhas lágrimas não vão cair
Vê se entende
Eu não quero sentir nenhuma pena ao partir
Eu olho para você
E vejo que não é por quem eu me apaixonei
Deixei-me ir embora com a primeira imagem
Do dia que eu te encontrei
A que acreditei que poderia ser mais feliz!
E continua insistindo
Uma tentativa inútil
De provar que é mais forte
Mais persuasivo
E que vai me convencer a ficar
A viver do teu lado
Nesse amor desgastado
Não culpe o tempo pelo estrago
Fomos nós que não o utilizamos a nosso favor
Não chore, não dê um soco na parede
Minhas lágrimas não vão cair
Vê se entende
Eu não quero sentir nenhuma pena ao partir
Eu olho para você
E vejo que não é por quem eu me apaixonei
Deixei-me ir embora com a primeira imagem
Do dia que eu te encontrei
A que acreditei que poderia ser mais feliz!
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